Os famigerados pardais continuam alimentando a indústria da multa no DF. Muitos acham que a
melhor maneira de educar é pesando no bolso, outros discordam, e acham que campanhas educa-
tivas são muito mais produtivas para a sociedade.
Não importa. Se a regra é multar, vamos à multa. Agora, vamos ter critérios claros. Como se já
não bastassem as vias com velocidade muito abaixo do que seria razoável, agora também nos
deparamos com o problema da "Velocidade considerada". Vamos explicar: O órgão regulador do
trânsito considerava, para efeito de multa, uma velocidade até 15% superior à máxima permitida.
Por que isso? Diferenças na marcação dos diversos modelos de velocímetro, era uma das explica-
ções plausíveis. Se não, toda vez que o contribuinte passasse pelo radar numa velocidade de 81 km
seria multado, mesmo que em seu velocímetro a velocidade medida estivesse em 75 km/h. Parece justo, não?
Pois agora, o DETRAN do DF, sem avisar nada e por conta própria, resolveu que a velocidade
considerada tinha que baixar e realmente baixou para 2,5%. Pasmem, 2,5%. Reduziram de 15 para
2,5% sem avisar a ninguém.
Dessa forma, eles agora multam o cidadão que passar em qualquer pardal do Eixão a mais de
82 km/h.
É ou não é uma esculhambação?
Assim fica realmente difícil levar esse Governo a sério.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
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Um comentário:
É... podemos dizer que os Pardais realmente ajudaram bastante na educação do brasiliense no trânsito, mesmo sem saber os índices oficiais é sensível a mudança, menos acidentes e atropelamentos. Porém, como bons "brasileiros" o DETRAN não podería deixar passar uma oportunidade tão grande em arrecadar fortunas de maneira legal, e o principal: com apoio total do Governo!
Só gostaria de deixar aqui uma lembrança sobre o novo Governador do DF, que prometeu retirar todos os pardais das ruas, deixando apenas as "Barreiras eletrônicas"... me parece que teremos que ficar esperando...
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